Terça-feira, Setembro 26, 2006

Verdade, sempre mais importante!

Tive que conversar com minha mãe sobre “aquele assunto”. Até que ela encarou numa boa. Numa conversa com o “J” ele falou se poderia conversar com minha mãe, se teria probela. Eu disse que não... Mas claro que teria, afinal ele é meu namorado, né? Bom, comecei a falar com minha mãe que estva namorando “uma pessoa” de 36 anos que tinha filhas, e blá, blá, blá... Minha mãe perguntou qual o nome, e eu disse qu enão queria dizer. Perguntou se era namoradO ou namoradA... Eu rebati:

- O que a senhora acha? A senhora é muito esperta...

Como já era esperado, acho que tudo foi muito tranquilo. Espero dê tudo certo, já que serei muito discreto. Meu pai vem com essa conversa de não decepciona-ló, mas ele também já sabe... implicitamente, mas já sabe. Meu irmão disse que não tem problema, minha irmã já esparrou a um tempão pra minha mãe, mas eu neguei...
Agora poderei dormir na casa do meu amor sem problema algum...

Segunda-feira, Setembro 25, 2006

Universo

Fico imaginado a criação do mundo. Acaba vindo uma angustia derivada da capacidade única que nos diferencia de outras espécies animais: A capacidade de pensar associada com abstração e imaginação. Isso traz questionamentos angustiantes:

“De onde viemos”,
“Como começou tudo”,
“Estamos sozinhos”?.

A criação das ciências sócias, como uma forma de acalentar esta sede de conhecimentos não foi suficientes. No mundo atual há duas correntes próprias que explicam o surgimento da raça humana. A científica e a bíblica. Esta ultima, que defende o criacionismo (que eu particularmente acredito ser uma metáfora) exige fé (capacidade intrínseca humana. Já a outra propõe um modelo mais lógico, onde a razão, associado a um nesga de imaginação propõe uma sucessão de episódios, associados a condições climáticas e acaso que deram origem a vida na terra. Por que isso é tão importante, já que o fato de a terra ser criada ou não por uma entidade superior, ou ter sido conseqüência de uma mega explosão não altera em nada o fato de estarmos aqui. Mas como humanos, temos a necessidade de entendermos o propósito disto, o que teoricamente nos daria um significado mais digno para estarmos vivos, e não apenas o fato de sermos criaturas essencialmente consumistas.

Fofoca no cursinho

Aconteceu uma coisa super desagradável no meu cursinho: Um certo “catedrático” veio me inquirir a respeitos de “supostas” fofocas sobre a ida deste em lugares “não-heteros” e passeios de mãos dadas com “semelhantes”. Tudo isso teria partido da minha boca. O pior é que sei que este freqüenta estes tipos de lugares. Mas eu não espalhei esta fofocas.

Segunda-feira, Setembro 18, 2006

Meu novo amor

Depois do "H", eu dei uma passada no "U", e acabei conhecendo o "J", um coroa maravilhoso que mora em "S", de 36 anos. De lá fomos ao "S. C" e depois pegamaos um taxi para casa dele. Dormi la (transamos) e no outro dia ele me levou a Ferinha de lá para bermos um pouco. Depois fomos de moto a um churrasco, e como eu já tinha bebido muita cerveja, ele me comprarou uma Birinaight, e depois um vinho branco. De la fomos ao "B" e eis que o sonho virou pesadelo: Quem estava lá? "C". Veio me perguntar o que eu estava fazendo beijando o Jomar, e depois veio sentar na nossa mesa, quando o "J" saiu para ir ao banhero e começou a conversar. O "J" não gostou, mas não falou nada. Fiquei muito triste porque ele disse para eu resolver meu caso, sendo que não há caso algum. Olha que ele me apresentou aos amigos dizendo que eu era seu namorado. Ah, ele grudou na minha mao e não soltava e me beijava o tempo todo, dizendo que tenho o beijo maravilhoso (o 1° a dizer isso). Fiquei com muita raiva do "C" porque ele teve a coragem de falar comigo depois do bolo que ele me deu no dia que marcamos ao "U". Ah, ele começou a beijar um carinha pra ver ser me deixava com ciumes. Bom, voltamos 3 horas da madrugada (inclusive o "C", mas desta vez ele não falou nada). Dormir novamente na casa dele (transamos hoje de manha, porque ontem estavamos mortos ao chegarmos a casa dele). Gostei muito dele, espero que de certo. O "A" me ligou 10 vezes, e eu não atendi, o "G" tambem, e eu nem “tchum”. Acabei todos esses “pseudos-casos” no momento em que fiquei com o "J", no 1° Beijo.

Segunda-feira, Junho 12, 2006

Será que é amor?

Como a vida é engraçada. Estou namorado a pessoa menos improvável que eu poderia me relacionar. Conheci-o no feriado de Dia das mães. Estava completamente “colocado”, é estava preste a ir embora. Fui a um local, pedi a um conhecido para pedir para o meu atual namorado se ele queria ficar comigo. Conversamos e no fim das contas acabamos nos beijando. Só sei que ao mesmo tempo em que eu fiquei com ele eu também fiquei com outro, e a amiga dele olhando (ainda bem que ela não viu nada). Descemos juntos e ele me pagou um lanche. No fim fiquei com outras pessoas, sei que no total foram quatro caras. O engraçado que eu achei que tinha sido uma coisa completamente descompromissada, e no fim das contas estamos juntos a mais de um mês. Nas primeiras semanas achei-o “estranho”, para não utilizar outras palavras. Ele é meio simplório, gosta de beber, e diria mais, ele é um tanto “caipira”. Mas acabou que eu gosto dele. A coisa estava tão relapsa pra mim que fiquei com o ex dele na frente do coitado, e pra disfarçar dei uma choradinha. Tive minha primeira vez com ele, e fiquei despido, literalmente, de qualquer pudor. Não tive vergonha do meu corpo, ele veio logo com rotulo pra cima de mim, mas acabou desdobrando tudo, e vi que por trás de todo aquele ogro, reside um verdadeiro príncipe. Ah, até umas duas semanas atrás eu estava conversando com uma pessoa, que estava servindo meio que de estepe. Tudo mudou quando ele “furou” um encontro que marcamos no Bar que nos conhecemos. Sei que demorou uns três dias para eu ter contato com ele. Realmente senti falta do guri. E esta desenvolvendo em mim uma vontade de ficar ao lado dele. Inclusive levei-o para dormir em minha casa, uma coisa inadmissível em outros tempos. Comprei pra ele uma bermuda, no estilo que ele usa (não quero impor o meu padrão Colcci) e no dia que ele não me liga, anseio para escutar a voz dele. Como toda pessoa, ele também possui defeitos, como fumar, de vez em quando usar drogas e beber cerveja como se fosse água. Mas sei que o do meio eu consigo livra-lo. Espero que dê tudo certo entre nos, já que ele é o meu segundo namoro (o primeiro não conta muito, já que durou uma semana) e quero que possamos estar juntos pra sempre, apesar de às vezes me dar uma vontade de arruma-lo, produzi-lo, chegar mesmo a acultura-lo. Mas não quero e nem pretendo fazer isso, afinal não almejo alguém igual a mim, e sim uma pessoa que me complete.

Quarta-feira, Fevereiro 15, 2006

Reveillon

Passei o meu ano novo em uma das melhores boates de Brasília, a "G". Estava querendo frequentar o "meio" e acabei indo com o amigo do amigo.
Cheguei por volta de 01:00 (passei a virada dentro de um carro escutando Calypso...). Quando eu entrei deparei logo de cara com um monte de quadros de homens semi-nus e varios divas amarelos. A pista de dança é oval, e o som tecno, tocado pelo DJ Vision é demais. O lugar é completo, com direito a Go-go Boys sarados rebolando quase que a noite inteira. depois de dançar um bom tempo fui descançar num dos divas e um carinha pegaou meu pé e comeou a esfregar no peênis dele, me perguntando se eu gostava... Derrubei ele e tasquei um beijo... Fiquei conversando durante um tempo com algumas lésbicas e voltei a pista de dança. desta vez fiquei com um carinha chamado "R", dançamos durante um tempo e depois fomos para o "Dark room" dá umas pegadinhas (o homem era doido, enfiando a mão dentro da minha calça...). Apesar dele ter dito que "não costumava beijar homem", me convidou pra ir à casa dele. Eu não sou doido e não aceite, claro!!!

Na hora de sair, quando meu psedo-primo foi pagar a minha conta, eis uma surpresa. Mulher paga o dobro do que os homens (vingança!!!)
Saí de lá de manha, após tocar a ultima música (um cara veio me dar cerveja dizendo que eu dançava muito...) e voltei pra casa de ônibus. o engraçado e que acabei encontrando um bando de pessoas "conhecidas", como o caixa de onde faço compra, um colega do cursinho, um vendedor que sempre me atende...

Cheguei em casa as 09:00, comi as sobras de ano-novo (por sinal maravilhosas) e fui dormir. Lá pelas 16:00 do dia 1º eu já estava em um churrasco dançando...

Domingo, Janeiro 16, 2005

Jair Rodrigues - Deixa Isso Pra Lá

Deixa que digam
Que pensem
Que falem

Deixa isso pralá
Vem pra cá
O que que tem
Eu não estou fazendo nada
Você também
Faz mal bater um papo
Assim gostoso com alguem?

Vai, vai, por mim
Balanço de amor, é assim
Mãozinhas com mãozinhas pra lá
Beijinhos com beijinhos pra cá

Bem balançar
Amor é balanceiro meu bem
Só vai no meu balanço que tem
Carinho pra dar

Quinta-feira, Dezembro 30, 2004

Americano ou Estadunidense?

Quando eu aprendi a falar espanhol eu tomei conhecimento de uma nova palavra. Penso que é muita prepotência dos estadunidenses (eis a palavra) se definirem como “americanos”. Não sei ao certo se é a arrogância dos ditos “americanos” ou é a submissão dos ditos “latino americanos” que deixou tal substantivo definir os habitantes de um pais, e não um continente. Quando uma pessoa diz que é europeu, africano, asiático, pode-se saber de qual pais ela é? É lógico que não, mas quando alguém diz que é “americano” logo passa pela cabeça dos brasileiro que este é dos Estados Unidos. Na mente e na língua dos outros moradores da América isso não ocorre, já que foi só aprendendo a língua hispânica que eu pude notar tamanha sujeição a nossa. O mais espantoso é que existe esta palavra em nossa língua, mas mesmo os meios de comunicações tratam os estadunidenses como “americanos”. Esta na hora de rever os seus conceitos.

Amor

O Dicionário Michaelis define “amor” como: 1. Sentimento que impele as pessoas para o que se lhes afigura belo, digno ou grandioso 2. Forte inclinação, de caráter sexual, por pessoa de outro sexo (e os gays, não sentem amor?) 3. Afeição, grande amizade. 4. Tendência da alma para se apegar aos objetos, dentre outros. Não acredito que exista o amor, e não é porque estamos nunca época conturbada, onde a violência e o egocentrismo reinam... Apenas não acredito, pois nunca amei. Acho muito descabido uma pessoa dizer que ama outra sem que nada exista por traz de tal sentimento. Como é possível que um sentimento brote do nada? Acredito que podemos nos afeiçoar, acostumar e até tolerar, o que, na minha opinião é comumente confundido com “amor”. Quem diz que amo outro na verdade esta dizendo que é um tremendo egoísta, já que atualmente amar significa dedicação total, vida compartilhada, exclusividade!!!